sábado, 23 de maio de 2015

a new beginning, once and again.

A gente sobrevive à dor de um desamor.
Sobrevive porque simplesmente somos feitos de vontade e fé.
Se a gente quer, se a gente toma a decisão, se a gente acredita e coloca objetivo, não há dor que se instale para ficar.
A dor é insistente, eu sei. 
Ela cava buraco no peito da gente. Mas somos pedreiros do nosso destino, construímos nosso caminho, e podemos preencher o vazio de paz.
Não é simples, eu bem sei.
Não basta ler este texto, ou aquele, ou passar um batom vermelho.
Mas isso tudo já é um começo.
É isso: uma questão de começar. Colocar as mãos na massa. Arregaçar as mangas. Olhar para frente.
Porque o passado a gente trabalha na terapia, nas meditações, nos sonhos. Mas o futuro a gente precisa criar. 
Eu não sei bem como, ainda estou no meio do processo: no agora. E tudo o que consigo dizer é que a gente sobrevive à dor de um desamor. E se reconstrói. 



Nenhum comentário: