segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Com toda humildade me esforçarei
Para ser amante, verdadeiro, honesto e puro,
De nada possuir que nao tenha carência,
De merecer o salário do meu trabalho,
De ser eternamente vigilante
naquilo que bebo e como,
De ser intrépido sempre,
De respeitar as outras religioes tanto quanto a minha,
E de procurar ver sempre o bem no meu próximo,
(...)
Gandhi

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

24/12

Feliz é saber que nao importa o tempo que passe, o seu sorriso sempre virá à nossa mente.
Feliz aniversário, irma minha.
Feliz somos nós que pudemos conhecê-la, acompanhar a sua luta, e aprender com sua alegria.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

as polaridades de nós dois.

Quando fui rio, e você mar
me lancei em seus braços sem olhar para trás
quando fui chuva, e você sol
derramei no céu as sete cores do meu prazer
quando fui terra, e você pássaro
brotei em mim a flor de um desejo que não se desfaz
quando fui árvore, e você luz
deixei nascer a sombra que acalmaria os agitados
quando fui verão, e você inverno
renasci em solstício para viver de novo esse amor
quando fui eu, e você você
lhe dei meu coração, meus sonhos e a vontade de continuar

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

silêncio.

Hoje, uma taça de vinho e um brinde aos sonhos daqueles que tem coragem. Porque o silêncio é, grande parte das vezes, sinônimo de respeito. Silêncio para não dizer o que incomoda o ego. Silêncio para evitar palavras de agressividade e falta de compaixão. Hoje, brindo sozinha a felicidade que terão aquelas pessoas que no presente sofrem com um não. Brindo a dor delas que serve, agora, como stepping stones para um futuro com harmonia e sorrisos. Eu, calada e na minha própria dor, levanto a minha taça àqueles que enxergam o pequeno que são, e que não lutam para mostrar sua fortaleza. A força está em saber silenciar, também. E isso não quer dizer omissão. Não quer dizer falta de coragem. Não quer dizer que não há nada o que dizer. Eu faço um brinde ao silêncio, pois nele está a sabedoria de quem tem humildade. Na falta de grito mora a maior manifestação de contrariedade. É nessa não-violência, nessa não-palavra, que reside a verdade.
Calada, só e com essa taça, deixo a noite chegar e o sono bater. Hoje, as minhas palavras não serão ditas. A minha verdade se tornará sonho. E me entenderão aqueles que sabem ouvir o coração.