não importa o que veja hoje
as nuvens me dirão
caso o amanhã seja claro
afinal não importa o que veja
eu saberei o que fazer
mesmo se hoje virar noite
se escurecer dentro de mim feito um adeus
eu irei com prazer e as malas de aura e luz
que um dia me fizeram crer
pois basta um pouco mais de coragem
e de nada me vale o conforto
se a manhã termina em lágrimas
e a noite se desmancha em pó
eu acredito no deserto de mim
pois a solidão me foi enviada por destino
e nasço outra vez feito o infinito
e não morro de amor
ele me é vida
eu desfaço o nó e cada compasso
e caminho na direção do que quiser
me vale mais o que eu acredito
que a intenção de que não me quer bem
corro e me demoro aonde for
sem destruir sonhos
ou desfazer destinos
sou a mágica do meu próprio caminho
sou a bailarina na corda-bamba do dia
hoje eu me escondo na caverna de mim
e dentro dela me deixo correr em dor
não me aflige o futuro
é o presente que me dói
e das lembranças me reconstruo
foi em mim que o amor bateu.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Imaginado por
Anadri
en
11:10
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4 poesias:
lindas suas palavras!!!
nostalgica estou e temo os dezoito anos que hoje possuo, como se agora o tempo me levasse na velocidade que deseja...
ah, deseje felicidades ao seu amigo Pedro...(hj um filme roda o tempo inteiro em minha mente e me lembrei do meu "xará" de nascimento!
com amor,
Laurinha.
ixiiii....acho q fiz mil comentario...rsrs...soh agora q fui ler q vc tem q aceitar primeiro...hehe
desculpa!!!
bjooos
Adorei falar com vc! Fica firme. TÔ AQUI!
Bjs
Love
Doeu aqui.
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