sexta-feira, 28 de abril de 2006

borderline.

entre uma felicidade luz e um medo perturbador.


tô naquela linha tênua... entende? Entre o isso e o aquilo.
sem nomes hoje.


Esquizóide. (e não é neologismo).

Tô na varanda da vida agora. Observando. Constatando o óbvio e o diferente. Uma mão apoiando o queixo. A outra tirando o cabelo do rosto (venta muito na varanda).
Eu gosto do que não é rotina. Do que surpreende. Do que saiu do comum. E do que é mistério.
Num outro ponto, só olhar pra esquerda um pouco, cê vê uma igreja bem alta. Bem alta. Mais parede prédio de 15 andares!
E pára pra pensar num tanto de bobagens... tipo o padre subindo uma escadaria enorme pra poder tocar o sino (porque não dá pra imaginar elevador em igreja)... Mas eu sou comum. Entendo pouco de pouca coisa. E dou bandeira em relação aos meus sentimentos.
Mas de cá, da varanda, (pausa pra respiração) eu vejo a vida. Eu sinto.



porque na varanda você nem é protagonista. encosta e vê. assiste. é vida lá fora.

quinta-feira, 27 de abril de 2006

coletivo.

"paz sem voz. não é paz. é medo".

No mais, esperando "meia hora de relógio grande". Sabe como é... pra gente ansiosa como eu ... é foda.

Voltei do médico agora. Ele disse:
- Tira esse negócio do nariz. Coloca piercing na língua, na sombrancelha... sei lá!

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Um coro de anjos vestidos de gente?
Um dilúvio de lágrimas?
Uma flora de gente feliz?
Panapaná de borboletas - brancas, azuis, amarelas e pretas.
Plêiade. (ai! que ainda me incluo...)
Revoada.
Vocabulário.
E qual é o coletivo de sentimento?

quarta-feira, 26 de abril de 2006

do cara laranja que vê tudo azul.

vitamina C

AAAAAAAAAAAAAATTTHIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMM!


- Ih, Dri... Tô achando que cê tá querendo gripar...

- Ah, não Alê! Querendo eu num tô não...

terça-feira, 25 de abril de 2006

Eu não sou absoluta.Não tenho visão absoluta.Nem mesmo certeza absoluta eu tenho. Pelo menos eu acho que não.Não tenho superpoderes. Nem um dom muito claro. Ou um charminho típico.Não tenho.Não tenho muitos segredos. Muitos não. Mas também não tenho a vida como um livro aberto.Não tenho orkut. Nem levanto muitas bandeiras.Não sou hippie por inteiro. Nem totalmente zen.Eu não sou muita coisa. Assim, por nome.Tipo, não sou vegetariana, nem uma carnívora com força.
Mas não - Eu não sou vazia.Vazia não...

domingo, 23 de abril de 2006

presente-já

Nunca consegui lidar muito bem com o agora.
Sempre fui expectativa ou nostalgia. Plano ou saudade do como era antes.

Sabe quando você aprende uma palavra nova e depois passa a vê-la em tudo quanto é lugar? Ou quando descobre uma música e ela sempre tá tocando por aí, onde você menos espera ouvir? Ou ainda quando você conhece uma pessoa, e depois percebe que sempre a encontra? Em tudo quanto é lugar?

Pois é. Taí um tema que começou a atravessar meus dias. Meu caminho. Minha cabeça.

Um dia 'ele' me disse que só sabe viver de presente. Eu estranhei. Tão diferente de mim, né?! ... Mas depois, passou a ser admiração. Comecei a olhar diferente. Vi um quê bem divertido, espontâneo, e de vivo nisso tudo, nesse "ser assim".

Depois, só passei a notar que não estava sozinha nesta reflexão. E, o mais estranho, é que tudo que eu comecei a ler me levava a isso.
Meu primeiro livro do ano, "Um sopro de vida", já veio tocar no assunto:

" 'neste momento' é coisa rara, porque só às vezes piso com os dois pés na terra do presente: em geral um resvala para o passado, outro pé resvala para o futuro. E fico sem nada."


É claro, isso já foi o bastante pra me dar aquele susto-bom e me fazer repensar a forma como estava cobrando de mim e de tudo ao meu redor.

Mas não parou por Clarice.
Poesia. Cecília Meireles:

"Não sejas de hoje.
Não suspires por ontem...
Não queiras ser o amanhã.
Faze-se sem limites no tempo."

Tá. Coincidência?
Não.
Às vezes eu leio dois livros ao mesmo tempo. Foi assim com Cânticos da Cecília e "Noites Brancas" de Dostoievski. Fechava o de poesias e pegava o romance russo.
E dele também veio..........

"gosto de edificar meu presente de harmonia com o irreversível passado."

Desculpem o excesso de superstição.

Meus sonhos pro futuro não param. Ainda morro de saudades de um monte de coisas do meu passado-feliz. Mas, de verdade, o agora está me demandando intensidade. E vou.
Sou. É questão de instante-já.

No mais, 100,9 toca:

"eu te ofereço o sol, se hoje o sol sair."

sábado, 22 de abril de 2006

"para uma menina com uma flor"

... ganhei um livro do Vinícius na minha formatura. Com esse nome aí. Quem me deu foi a mãe de uma amiga (e não é qualquer amiga e nem qualquer mãe de amiga também.)
Adoro o Vinícius. Adoro como consegue encontrar beleza no que é triste.
Emo?

Sou feliz.
Sim. Eu sou. Muito feliz.
Parece-lhes que escrevo demais sobre as tempestades em mim?
Compreendam! Tristeza eu escrevo. Descrevo. Tiro de mim.
Felicidade eu vivo. Saboreio.
(Também amo sorvete de flocos)

Eu tomo pinga. Mas muito de vez em quando. Só pra experimentar mesmo... Pra dizer que tomei. Sei lá. Ou pra dizer que sei o que é melhor pra mim... hehehe... (Piadinha Pato Fu!!!)
É. Eu explico piadas. Vai ver que é porque eu realmente não sei contá-las.
Só aquelas que fazemos na hora. Sabem?
Tipo umas tiradinhas hipertextuais, ou simplesmente aquelas que "perco o amigo mas não a piada".
Enfim.
Rir é bom demais. Às vezes faz doer os músculos do rosto, é verdade. Mas é preciso saber viver.

Eu penso demais. Demais...
é foda.
Mas sabem? Acho que tô me dando tão bem com o presente! "Deus conserva", como diz minha avó... e sempre achei essa frase estranha - boa escolha de verbo mas talvez nem tanta de conjugação.

Oscilo entre a muita fome (nada como um bom e belo strogonoff feito por ele) e a ausência de apetite. Tudo ou nada. Copo sem uma gota ou transbordando.

Amo Floripa. Ô mistura mais linda de obras do Cara e dos caras.

Eu rezo.

Hoje ofereço-lhes uma flor.


- Não tirei esta foto - quem me dera!
Foi ele.

(estou apaixonada)

Mas vai da menina aqui, com muito carinho...

quinta-feira, 20 de abril de 2006

S.O.S.

Save our souls.

É um pedido de socorro. Grave, urgente, aos berros.
Um pedido que atravessa nossa garganta. Passa, arranhando, e sai.
(de dentro pra fora).


Chove.
Lá fora, é claro.
E, quando chove aqui dentro, tempestade ou turbilhão de sentimentos, é preciso recorrer aos berros de socorro.

Chove.
Do lado de fora da janela.
Aquela chuva que me faz sentir angustiada.
Que faz a gente se lembrar daquelas coisas que nos deixam apavorados. Ou melancólicos. Ou simplesmente parados.

Chove.
E mesmo que não esteja frio, sentimos aquele arrepio (dentro e fora).
São guarda-chuvas fazendo evitar com que nos molhemos. Mas chove também dentro de nós.

...---...

Eu peço socorro pois temo a loucura.
(E a chuva dentro de mim)
Peço socorro por também temer a solidão.
Mas, principalmente, porque não quero ficar presa ao medo.

Salvai nossas almas.

quarta-feira, 19 de abril de 2006

aos anônimos.

T.

Ai, pássaro-livre (por vezes cara estranho e outras ilha-desespero), fique tranquilo!
Seu agora é um presente lindo pra menina-andorinha...
[sorriso]

---

R.

Será que amor cega mesmo?
E meu pai nem é tipo 2?
Ah... o convite foi feito novamente. Vamos ver...

Minha mãe é literatura.
Meu pai, fotografia.
Depois disso tudo,
não dá pra não respirar poesia.

terça-feira, 18 de abril de 2006

"Quando eu tiver um filho, ele vai se chamar Pedro".

Li esse poema quando tinha 10 anos. Até hoje tenho isso em meu coração...
Um Pedro foi meu melhor professor.
Um Pedro é meu melhor amigo.
Um novo Pedro entrando na minha vida, irmão de uma amiga-Ana por profecia.


...

Resposta:

Acho que meu pai nunca leu meu blog.
Já o fez, no entanto, minha mãe.
Não deixou um post, mas vi nos seus olhos o recado que queria me passar.
Ela gosta de Vinícius também. Um amor "herdado", como ela mesma diz.
(Outro dia foi seu aniversário. Não consegui escrever pra ela... estranho. Acho que queria lhe dizer o quanto é forte. E como é equilíbrio - até de um pé só.)
Quanto ao meu pai, ele é amor e zelo. E é tipo 2 do eneagrama.


...

domingo, 16 de abril de 2006

Lapinha.








Cê pinta a história ou tira foto...
cê preenche o livro ou "let it happen".
Cê reza pra seu deus-sol ou acredita que não se deve pensar nisso.
Cê escreve poesia ou roteiro de filme.
Escuta reggae ou experimenta batidas.


Mas cê se sente vivo.
E cê começa a olhar "através".
E percebe que sintonia pode estar no silêncio. Ou nas diferenças.
Mas que cê pode trabalhar em dupla.
E que sorriso faz tudo acontecer.




quinta-feira, 13 de abril de 2006

Egonauta

Será que ando viajando demais aqui dentro?
Olhe, eu li Cânticos da Cecília, e até um primeiro livro daquele russo que me foi recomendado (ou receitado, se talvez for melhor dizer assim).
Ando em boa companhia. Gente que me faz rir, que tem assunto sempre e nada muito arroz com feijão.
Tenho procurado estar em volta de quem gosta de pensar. Seja em forma de poesia, seja em forma de imagem. Ou sei lá como é que pensam. Mas o fazem. E eu me divirto.
Tô cuidando do meu jardim. E não é denotativo como minha dor de cotovelo, é apenas uma brincadeira de hipertexto com aquela música do Vander Lee. (É verdade. Ele é mineiro também.)
Experimentar nunca me foi tão gostoso...
Escrever tem sido mais difícil: viver tem me demandado tempo.
Essa lição do ego eu ainda não aprendi direito. Mas tenho feito meu para casa e praticado sempre quando posso.
No mais, felicidade agora.

terça-feira, 11 de abril de 2006

A menina

Ela é dessas pessoas que não fazem a menor questão de serem percebidas. Uma timidez maior que o sorriso singelo, uns olhinhos sempre baixos, morrendo-de-vergonha.
Ela chega quietinha, sem fazer qualquer barulho e já caminha pro final da sala. Fica por lá, sentada sozinha.
Faz tudo na hora que tem que fazer. Mas poucos sabem seu nome ou já ouviram sua voz.
Mas ela sabe as músicas, embora cante tão baixinho... tão baixinho!
E no final da aula dá um abraço que é inesquecível...

É que tem gente que marca a gente mesmo sem querer. Ou sem saber...

domingo, 9 de abril de 2006

  • Não entendi nada do filme de sexta. (Fellini gosta de música?)
  • Trabalhei no sábado de manhã.
  • Não fui ao show do Los Hermanos.
  • Vi um sapo.
  • Comeram meu Ferrero Rocher.
  • Deixei de encontrar a Soturna Lua.
  • Estive no banco de passageiros de uma batida de carro. (Ai, meu cotovelo!)

Mas, de verdade, meu fim de semana foi lindo! ...

Ai, que a menina não quer prender em gaiola pássaro que é lindo e que quer voar.
A menina gosta do bichinho, e sabe que ele é livre.
Quando for voar, passarinho, ela lhe soprará beijos.
A menina é apaixonada.
E espera o passarinho voltar.
Eu preciso ficar sol.

Hoje estou nuvem.
Ventania.
Inquietação.

Preciso ficar sol.
Silêncio.
Pensamento.

Hoje estou tempestade.
(em copo d'água, é claro)
Dentro do meu barco-solidão.

Hoje eu preciso ficar sol.
Sem ilha-desespero.
Sem páginas virando com o vento.

Porque hoje estou noite.
Escuro.
Obscuro.
Cegueira.

E eu preciso ficar sol.

quinta-feira, 6 de abril de 2006

"uma maneira de recuperar o amor"

Pouca experiência de vida. E de gramática talvez.
Um inglês meia-boca, uma originalidade plagiada (inconscientemente), uma mineirice "egocêntrica" já apontada pelo Vinícius... e olha que dele e sobre ele eu já li bastante!

Smart kid, hun!? Não... eu não faço por querer. É que a cabeça não pára. A vontade que não cessa. Entende?

Eu amo Clarice. É como receber, de uma vez só, um "sopro de vida".

Eu não li Nosso Lar, xumbrega mesmo. Mas li Paulo Coelho, Maitê Proença, o ex-estranho Paulo Leminsky... Mas tenho que concordar. Ainda me falta muita coisa. Pra começar, uma mochila nas costas e uma estrada à frente. Certo?

Pertenço à escola feminino-intimista? Nossa... como diz minha amiga, ter um estilo, aos 22 anos, já deve ser muita coisa! hihi...


Muito prazer. Eu amei, de verdade, receber seu e-mail. Vai me custar alguns dias pra compreender tudo... Adoro metáforas, mas você sabe como isso pode levar a diferentes interpretações...

No mais, bem-vindo! (tem hífen?)
Eu quero mesmo aprender mais. Muito obrigada!

Ah!!! Sobre o título?
É só uma forma de me justificar...

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Coisa de minas...


Sentença
Flávio Mota

A vida
me condena:
_ Serás pássaro
somente em bico de pena!

_______________________

E quem foi que disse que nestas minas daqui o ouro acabou?
Só mesmo se deixaram de garimpar.
Olhe esse poema acima.
Achei uma pedra-preciosa em Nova Lima.

terça-feira, 4 de abril de 2006

mudando de assunto...

Há não muito tempo atrás... (ou acabo parecendo mais velha), exatamente no dia quatro do quatro de oitenta e quatro............

Parabéns, Luiz!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! hihihi...

Inspetor Bugiganga



Asas, entrem em ação.

Cabeça, desativar...




Cê pensa demais, mulher...

segunda-feira, 3 de abril de 2006

New Beginning

Não é mais hora de procurar justificativas. Senta e escuta música. Presta atenção. Acredita na força que cê sabe que tem. Cê sabe que tem, não é?! Ou inventa essa força.
Troque os papéis. Cê viu como é que se faz? Daí é mais fácil compreender. Se não der, inventa a compreensão. Ou aceita só. Mas pára de tentar, pelo amor de Deus.
Comece pela sua história. Procura o que te faz bem. Se não achar, inventa.
Escuta quem te chama.
Assiste mais filme sim. É bom...
Revive. Vive de novo. Acorda. Inventa.
Comece.
Pra começar? Feche o ciclo.
E lá vai.
Adeus Você

Los Hermanos
Composição: Marcelo Camelo

Adeus você.
Eu hoje vou pro lado de lá.
Eu tou levando tudo de mim que é pra não ter razão pra chorar.
Vê se te alimenta e não pensa que eu fui por não te amar.
Cuida do teu pra que ninguém te jogue no chão.
Procure dividir-se em alguém, procure-me em qualquer confusão.
Levanta e te sustenta e não pensa que eu fui por não te amar.
Quero ver você maior, meu bem.
Pra que minha vida siga adiante.
Adeus você.
Não venha mais me negacear.
Seu choro não me faz desistir, teu riso não me faz reclinar.
Acalma essa tormenta e se agüenta, que eu vou pro meu lugar.
É bom, às vezes, se perder sem ter porque, sem ter razão.
É um dom saber envaidecer, por si, saber mudar de tom.
Quero não saber de cor, também.
Para que minha vida siga adiante.

domingo, 2 de abril de 2006

A era do gelo 2

Pronto. Boa noite, Cinderela. Bem à tempo de não ficar em trapos.

Não!!! A história não se repete. Outro roteiro. Só os personagens é que são os mesmos! Ah! E aqueles novos? Não são ratos, não! São gambás.
No reino animal, que bicho é você, hein?!

Nem o cenário parece o mesmo. É que agora, com esse tal de aquecimento global, "o gelo está derretendo".

(estranho, ouvi essa mesma frase há alguns meses atrás. Numa metáfora que fez muita diferença - invertendo papéis, histórias, sei lá...)

Eu sei. Não tem pé nem cabeça. Parece um puzzle que eu não sei montar. (Não é direito!).
"Mas só joga quem tem medo de perder, certo?!"
Eu prefiro correr os riscos.

Uma história nova de mesmos personagens.

Ainda bem que agora eu sei voltar daquela rua! (Bem que uma vez minha irmã me disse que era só eu seguir as plaquinhas de Rio de Janeiro. - continuo sem conhecer o Corcovado ou a Toca do Vinícius, mas já sei chegar em casa! hihihi...).

Agora é tarde pra quem levanta cedo amanhã. Eu sei, pra quê pensar tanto, né?!
Mas é que eu não mudei nada mesmo...

Boa noite!
Ah... e obrigada.

Heartache

"Eu corro todos os riscos
Você diz que não tem mais vontade
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade"

sábado, 1 de abril de 2006

decisão

Eu resolvi. Não escrevo mais sobre o meu coração.
Não assisto mais filmes que me farão pensar.
Não quero mais saber de sair livre por aí cantando.
Não vou comer mais sorvete de flocos.
E também não quero mais ser professora.
E chega de sonhar também.
Não vou mais buscar as coisas que eu quero.
E quero até parar de querer tanto.
Vou ficar quieta e muda. Em um cantinho.
Não tiro mais fotos.
E nada de ir ao show do Los Hermanos. Sério.
Pronto.......


Primeiro de abril! hahaha...
em que droga de ilha fui atracar o meu barco?
Que merda é essa que tô fazendo com meu coração?
Cadê meu porto seguro então?
Cadê? Que não escuta meus gritos? Que não entende meu silêncio e meus recados por telepatia?
quanto à você, ó ilha-desespero, não posso mais tentar.
fiz de tudo um pouco. mas nada de você se apaixonar.
até no tarô eu via você.
Que merda.
agora sou eu e meu barco. tentando zarpar pra qualquer outro lugar.
luta vã?
mas não posso parar. entende?
desculpa por falar demais.
por não saber esconder. - EU NÃO SEI ESCONDER.
vai embora pensamento em você!
que droga!
eu não quero continuar assim. sorrindo por alguns segundos e tremendo os joelhos com uma recordação.
chega de achar que você é especial. you're a creep.
e eu? pior ainda que você.
sou uma louca.
apaixonada e louca.
desesperada e louca.
bem que eu queria parar por aqui.
mas não me importo de dar bandeira mais.
chega de tentar fazer o que não sou capaz:
jogar.
e te esquecer.
I wish I was special.
merda.